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Purim vem ai!



    Purim, a festa mais alegre do calendário judaico, comemora a vitória do Povo Judeu sobre nosso maior inimigo, Amalek – símbolo do mal no mundo – que foi personificado por Haman, responsável por arquitetar um plano de genocídio contra os judeus da antiga Pérsia.
  Apesar de Purim ser o dia mais alegre do ano, sua história é sobre a reversão de um édito de genocídio contra o povo judeu. Conta a história: para salvar seu povo, Esther teve que enfrentar o rei. Por isso, ciente do grave perigo, pede a Mordechai: "Vá e reúna todos os judeus que estão em Shushan e jejuem durante três dias e três noites". Jejuando e pedindo perdão por todas suas falhas, os judeus de Shushan buscavam a Proteção Divina. Apelaram para a Misericórdia Divina, pois sabiam, assim como Esther, que somente com a ajuda do Todo-Poderoso poderiam conseguir a anulação do decreto fatal. Desde então, para lembrar este acontecimento, os judeus jejuam no dia anterior a Purim. O "Jejum de Esther", Taanit Esther, é iniciado pouco antes do nascer do sol do dia 13 de Adar e acaba ao pôr-do-sol do mesmo dia.

Onde você vai encontrar a historia/festa de purim na Biblia?

    Os eventos que levaram ao Purim foram registados na Meguilat Ester (Livro de Ester), que se tornou um dos 24 livros do Tanach para ser canonizado pelos Sábios da Grande Assembléia. O Livro de Ester regista uma série de eventos aparentemente não relacionados que aconteceram em um período de mais de nove anos durante o reinado do Rei Assuero. Esses eventos coincidentes, quando vistos juntos, devem ser vistos como evidência de intervenção divina, de acordo com interpretações por comentários Talmudicos e outros sobre a Meguilá.

Uma das festas mais amadas pela criançada!

      Certamente que entre os doces e festividades ums dos maiores encantos entre as crianças são as fantasias dessa data. E, por óbvio, é hora de começar a escolher a fantasia que utilizaremos na comemoração! Mas, você sabe por qual razão nos fantasiamos em Purim?

Existem diversas explicações, e a gente selecionou cinco delas:

1 – O nome de Deus não consta nenhuma vez na Meguilá de Esther, e sua participação na história de Purim parece estar oculta, assim também nós nos fantasiamos aludindo à participação constante de Deus na história e em nossas vidas;
2 – Em todas as outras festas ocorreram milagres revelados, no entanto, o milagre de Purim foi escondido nos eventos naturais. Portanto, nós nos disfarçamos para aludir ao milagre oculto.
3 – É uma forma de não constranger aqueles que pedem ajuda. Uma das melhores formas de cumprir a mitsvá de tzedaká é quando nem o receptor nem o doador sabe quem o outro é. Ao se fantasiar ninguém sabe quem é quem.
4 – Mordechai foi vestido com a roupa real e foi levado pelas ruas. Para comemorar esse evento nós também nos vestimos de forma diferente da natural.
5 РOs judeus (fingiram) agir como ṇo-judeus e assim Deus (fingiu) que destruiria o povo judeu. Portanto, em Purim fingimos ser outra pessoa; quando na realidade os judeus e Deus nunca abandonaram um ao outro.

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